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quinta-feira, 13 de junho de 2013


Rolinho de filme e revelação de fotografia parecem termos muito distantes com a era digital. A fotografia analógica ficou para trás. Ou não?

Kamilla Castro por Delight~
Quando parecia extinta, o modo antigo de fotografar se tornou ‘cult’. O termo se refere a uma cultura que foge do senso comum, no entanto, atualmente, está na moda ser ‘cult’, ou seja a fotografia analógica voltou com tudo. A lomografia e também o resgate das câmeras antigas são tendência e trazem o prazer da expectativa da revelação do filme.

A fotografia foi criada por volta do século XIII e disseminada através da marca Kodak que vendia suas câmeras como slogan “Você aperta o botão e a gente faz o resto”. Essa facilidade tornou o processo, de muita técnica e conhecimento, em um apenas clique. Mas a acessibilidade da fotografia veio através da digitalização. Gastos com filmes e revelação deram espaço para infinidade de fotografias no universo digital. Nessa mudança perdeu-se a expectativa e o cuidado em cada clique.


Para os nostálgicos a fotografia analógica não é só peça de museu.  Sentir aquele entusiasmo ao esperar o filme ser revelado é inestimável. Por isso, em plena segunda década do século XXI,  o estudante de Design, Felipe Saraiva comprou uma câmera analógica usada. A saudade dos sistemas analógicos e a forma como a fotografia era capturada criaram e resgataram tendências.

As cores da Lomografia


A Lomografia é um fenômeno cultivado há muito tempo e permanece em evidência no mundo da fotografia. Através de um sistema automático analógico, de alta sensibilidade, essas câmeras são capazem de registar cor e movimento sem necessidade de flash e sem deformação. Os itens utilizados junto com as lomos são os destaques dessa tendência. As diversas obturações em uma mesma câmera, os filtros coloridos e, principalmente, a presença de lentes de plástico que produzem efeitos artísticos. As Lomos possibilitam uma mistura de arte e fotografia que conquistou seguidores em todo o mundo. Sites especializados, como o Lomography, reunem tudo o que os apaixonados por esse universo têm interesse.

O Instagram e a relação com o analógico



O aplicativo gratuito de dispositivos móveis, Instagram tem uma grande ligação com o análogico. Apesar de ser digital ele possibilita a utilização de filtros e efeitos que deixam ares retrôs na fotografia. O resgate do estilo da imagem antiga é aliado a grande vantagem da fotografia moderna. Poder armazenar facilmente e, principalmente, poder ser compartilhada imediatamente com seus amigos, através do aplicativo e em redes sociais como Twitter, Facebook, Tumblr, entre outras. “Além de ser um excelente aplicativo para adicionar filtros às fotos, o Instagram é uma rede social onde pessoas podem compartilhar imagens que vêem no seu dia-a-dia ou de coisas e pessoas que gostam e por isso passa a ser um produtor de conteúdo exclusivo”, afirma o estudante de publicidade e propaganda, Jacson Silveira. Assim como o futuro comunicador, Felipe Saraiva também usa o aplicativo.


***Conteúdo produzido para a revista eletrônica Panqueca Virtual do Componente Curricular Produção Multimídia II do Curso de Comunicação Social da Unijuí.

quinta-feira, 21 de março de 2013




Como eu te amo, meu Twitter!
Eis que a ciência aparece para explicar por que a gente gosta tanto de redes sociais. O pesquisador Paul J. Zak, professor da Claremont Graduate University (EUA), descobriu que uma simples troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” (ela estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança, e tem altas quando estamos apaixonados).

A cobaia foi o jornalista Adam Penenberg (que conta a experiência toda aqui). Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de passar 10 minutos batendo papo no Twitter. Nesse tempinho, seu nível de oxitocina subiu 13%. (Para se ter uma ideia, uma alta equivalente à observada em um noivo prestes a subir no altar.) E nem é só isso: seus níveis de cortisol e ACTH, hormônios ligados ao estresse, caíram 11% e 15%, respectivamente.

Isso leva a crer que o cérebro percebe o tempo que “perdemos” no Twitter e no Facebook, por exemplo, como se estivéssemos interagindo diretamente com pessoas queridas. E aí libera a oxitocina, que dá um pouquinho daquele “barato” que a gente sente quando se apaixona. Sem falar que, ao suavizar os hormônios do estresse, derruba também o risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames. Ou seja: tuitar é bom para o coração em todos os sentidos. Justamente a desculpa que você precisava para procrastinar sem culpa, né?

Com informações de Super Interessante

quinta-feira, 14 de março de 2013




O Facebook se prepara para incorporar 'hashtag', símbolo do Twitter, diz jornal.



Really!!!

Ferramenta ajuda a agrupar várias mensagens sobre um único assunto.'Hashtag' é ícone do Twitter, assim como o botão 'curtir' é do Facebook, informou o jornal “Wall Street Journal” nesta quinta-feira (14).Citando pessoas familiares ao assunto, o periódico afirma que a rede social está trabalhando para fazer a incorporação. O jornal informa ainda que não é claro em que estágio está a implantação nem quando poderá começar a ser utilizado pelos usuários.




No Twitter, o símbolo da "hashtag" ou jogo da velha (#) é usado para que os usuários possam encontrar temas facilmente. No anúncio do Papa Francisco, muitos usuários que comentavam o assunto usaram a hashtag "#HabemusPapam", o latim, “temos um papa”, para se referir ao novo pontífice.

Ao incorporar as hashtags, o Facebook pode facilitar a busca por conversas e pode criar tópicos mais comentados, como o Twitter já faz há alguns anos. De acordo com a reportagem, a medida poderia manter as pessoas mais tempo no Facebook e, desse modo, visualizar mais anúncios, principal fonte de renda da rede social. O Instagram, comprado pelo Facebook em 2012, usa hashtags em suas imagens.

Com informações de G1

quinta-feira, 7 de março de 2013



Depois de ter virado um sucesso na internet no ano passado, um conceito da câmera do Instagram deve virar realidade até o primeiro trimestre do ano que vem. A câmera, que deve tirar as fotos, aplicar filtros e imprimir as imagens, será fabricada pela Polaroid, afirmou a Socialmatic, empresa responsável pelo design da câmera.


A empresa, no entanto, não liberou especificações do dispositivo, que devem ser anunciadas nos próximos meses. A Socialmatic destaca ainda que as imagens divulgadas até agora demonstram apenas um conceito de produto, e não representam como será o design final do equipamento.


Em maio do ano passado, quando as imagens da câmera Instagram viraram hit na web, o designer italiano Antonio de Rosa, responsável pela ideia e CEO da Socialmatic, afirmou ao Terra que o conceito era simular como seria se o aplicativo de fotos Instagram se transformasse em uma máquina física, matendo o mesmo design virtual.


O objetivo de De Rosa é transformar uma máquina de verdade em um instrumento com as mesmas funções do Instagram virtual, inclusive com os filtros. "Não existe nada parecido. A ideia nasceu desde que eu vi o ícone Instagram aparecer. Eu pensei na possibilidade de traduzir para o real a força social do Instagram com aplicações físicas", disse o designer.


Com informações de Instagram Brasil

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Se ao ir pra uma balada você pudesse levar as redes sociais muito além do que já faz com o smartphone? Já pensou poder ir a um shopping e comprar blusas, saias, calças, sapatos, tênis, anéis, colares, pulseiras e demais acessórios inspirados nas redes sociais? Então confira essa coleção que com certeza muita gente ia querer usar.

Roupas inspiradas no Facebook

Inspiração Instagram

Inspiração Tumblr

Inspiração Pinterest

Twitter

Youtube
Com informações de B for Bel



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013




Quem adora fazer um plano de ano novo agora conta com uma ferramenta do Google. A empresa lançou ontem (1) o Mapa de Resoluções. O serviço está dentro do Zeitgeist e permite que os usuários adicionem e compartilhem com o mundo suas resoluções de ano novo.

O usuário pode inserir planos ligados a oito categorias: Amor, Saúde, Carreira, Finanças, Família, Formação, Fazer o bem e Outras. Ao escolher uma delas, o usuário preenche três campos (um com o plano de ano novo, outro com o código postal e, por último, o país de origem). Ao finalizar, a resolução será enviada ao servidor do Google e compartilhada no mapa em cerca de 24 horas. Bacana, né?

As resoluções são traduzidas automaticamente pelo Google Tradutor. Desse modo, um usuário japonês ou chinês, por exemplo, conseguem ler em suas línguas nativas o que um brasileiro escreveu em português.

Já vou preencher e você?

Com informações de INFO

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012




Apesar da audiência do microblog ter registrado queda no Brasil no último ano, segundo pesquisa da comScore, o Twitter segue crescendo em outros países como os Estados Unidos e ainda tem o Brasil como segunda maior audiência.

1. Tenha uma identidade
Para uma atuação eficiente em um meio de comunicação direta com seus clientes, é preciso estar preparado para posicionar-se sobre diversos assuntos e responder questões rapidamente.

2. Converse com seus seguidores
A base do Twitter é a interação. Não fique apenas olhando: fale com seu público, faça perguntas, responda questões e dê a sua opinião. Só não se esqueça de ouvir antes de começar a falar.

3. Regularidade nos posts
As mensagens constantes ajudam a consolidar sua presença e fazem o público entender sua marca. Você deve distribuir as mensagens durante as horas do dia e da noite. Para isso, ferramentas de agendamento de mensagens podem facilitar o trabalho.

4. Acompanhe os Trending Topics
Ficar de olho no que aparece na lista de assuntos mais comentados do Twitter vai trazer ideias de temas para sua empresa abordar. Se o assunto tiver afinidade com o seu negócio, você pode criar conteúdos relacionados e até ofertas exclusivas.

5. Teste, meça e adapte
Não existem regras fixas. Se sua estratégia não está dando a repercussão esperada, teste uma nova forma de fazer e veja o retorno. Não deu certo? Siga testando e adaptando.

Com informações da revista EXAME

quarta-feira, 28 de novembro de 2012




As duas coisas. É isso que exigem as vagas quando procuram por profissionais responsáveis pelas mídias sociais de uma empresa ou agência. Uma característica não elimina a outra. Não há como ter vocação sem saber explorá-las ao máximo, e não há como usá-las como oportunidade se não tiver vocação.

A questão não é discutir a formação desse profissional, que geralmente provém dos cursos de comunicação social: jornalismo, publicidade, relações públicas, marketing e afins. O grande tabu para os recrutadores é saber até que ponto o profissional está apto a exercer aquela função sendo apenas um usuário ativo das redes sociais, o que é muito comum entre os jovens e os novos profissionais do mercado.

Profissionais recém formados ou estagiários ativos nas mídias sociais têm sido uma estratégia eficaz (e de mão de obra barata) para atualização de contas das empresas que deveriam, inclusive, oferecer cursos aos interessados na área para que possam se profissionalizar e se tornarem seniores no assunto. Não é necessário um “dom” ou aptidão garantida no DNA desse profissional, entretanto, o profissional de mídias sociais é alguém com vocação para marketing e relacionamento. Não é vender sem saber se relacionar, nem se relacionar sem saber engajar.

As empresas precisam entender que são novas ferramentas, mas que o profissional precisa ser tão – se não mais – bem qualificado como um gerente de marketing. As marcas estão mais expostas, a reputação da empresa está mais “vendida” e o cuidado com a imagem cresceu sem limites. Mesmo que você não faça propaganda, os usuários estão fazendo por você ou estão queimando o seu filme nos canais.

Você faz o que você gosta?

Usar o Facebook para falar com os amigos, ser ativista em grupos sociais e líder de opinião não faz de você um social media. Se você trabalha com isso porque é bom em relacionamento apenas, está na hora de rever os seus conceitos.

O profissional de mídias sociais tem funções muito além do entretenimento nas redes sociais. Ele é quem lida com o lado “problemático” da coisa e, muitas vezes, é o responsável pelo gerenciamento de crises, monitoramento de comentários, engajamento de usuários, mapeamento de atores, mensurador de resultados, planejador de campanhas etc. Essas tarefas exigem experiência e um jogo de cintura que até mesmo um psicólogo social poderia resolver.

Reveja seus conceitos, veja se está pronto para os desafios e se você é bom em relacionamento e gerenciamento de crises. Não prometa ao seu chefe “bombar” no Facebook sem saber o que fazer se a estratégia der errado. Se tem vocação, profissionalize-se. Se ainda vê simplesmente como entretenimento, veja se está fazendo realmente o que você gosta.

Com informações de Cínthia DeMaria, colunista de blogmidia8

sexta-feira, 23 de novembro de 2012




Participar de um evento que aborda as mídias sociais como espinha dorsal vai muito além de fazer a inscrição, pagar o boleto (quando não gratuito), pegar o crachá e se entupir dos mais variados brindes. Por qual motivo você realmente quer participar de um encontro sobre mídias sociais e marketing digita? Se a sua ideia é apenas parecer descolado, saiba que isso já não traz tanto brilho aos olhos dos profissionais e clientes como acontecia um tempo atrás.

Há 3 níveis básicos facilmente identificáveis em um evento sobre redes sociais. O primeiro deles trata-se dos iniciantes, aqueles curiosos que não possuem a mínima noção do assunto ou que têm tão pouca familiaridade com o tema (não sabem o que é like, Foursquare ou Tumblr) que decidiram investir um pouco para conseguirem uma aproximação maior com esse mercado. Apesar das perguntas aparentemente simples, nunca é demais lembrar que nenhum profissional nasce sabendo e que há uma migração tão forte em curso que não é de se estranhar observar os mais variados tipos de profissionais vindo para esse nosso setor.

O segundo nível já são os profissionais propriamente ditos. Isso engloba desde estudantes até donos de agências. Esse segundo ponto é tão amplo e complexo que as ramificações são infinitas, mas traz como base um conhecimento prévio sobre o assunto. Nessa camada estão os profissionais que trabalham diariamente com essas ferramentas, ganham dinheiro com isso e, principalmente, até conseguem dar pitacos sobre os seus usos e afins. É uma camada bem densa, já que muitas vezes profissionais experientes e inexperientes não se dão muito bem. Muitas vezes o ego fala mais alto.

Já no terceiro nível temos os indivíduos “invisíveis”. Profissionais altamente gabaritados que percorrem os corredores dos eventos atrás de novas parcerias comercias, fecham contratos entre um gole d’água e um salgadinho e conseguem criar bons laços com a simples troca de cartões de visitas. Sim, os bons e velhos cartões de visitas. Os melhores e maiores eventos sobre digital ainda funcionam com cartões de visitas. Isso é bom, porque prova que apesar de sermos 2.0, há ainda um espaço essencial para a conversa olho no olho.

Não importa muito em qual nível você esteja inserido. Se você é novo na área, vá pelo evento em si. Se já tem experiência, vá pelo network, pelas pessoas. Se tem em vista a realização de negócios, vá pelo evento e pelas pessoas. Se você está fora dos grandes centros, saiba que muitos eventos estão sendo construídos em cidades muitas vezes afastadas da capital. A pegada é a mesma: trocar conhecimento. Onde isso é feito não importa muito.

Com informações de Blogmidia8
Foto: By @milakdc no evento #euqconectar