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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013




Joel Robinson foi de professor de crianças com dificuldade de aprendizado para funcionário de mídias sociais na Coca-Cola. Como? O canadense comprou uma câmera fotográfica, virou professor de fotografia em uma escola para crianças especiais e conseguiu chamar a atenção de uma das maiores marcas do mundo com seus trabalhos. Robinson se especializou em truques de ilusão de óptica, fotografando a si mesmo em cenas bem peculiares.



O rapaz publicava seus trabalhos no Flickr. Então um belo dia a Coca-Cola encontrou suas fotos e ligou para ele querendo usá-las em sua conta no Twitter. Um mês depois, pediram para ele fazer algumas imagens inspiradas numa lista de palavras positivas, gostaram do resultado e foram encomendando cada vez mais trabalhos. Hoje ele é funcionário da companhia, ministrando curso de fotografia para funcionários de mídias sociais.

Com informações de Midias Sociais (Net)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012




Apesar da audiência do microblog ter registrado queda no Brasil no último ano, segundo pesquisa da comScore, o Twitter segue crescendo em outros países como os Estados Unidos e ainda tem o Brasil como segunda maior audiência.

1. Tenha uma identidade
Para uma atuação eficiente em um meio de comunicação direta com seus clientes, é preciso estar preparado para posicionar-se sobre diversos assuntos e responder questões rapidamente.

2. Converse com seus seguidores
A base do Twitter é a interação. Não fique apenas olhando: fale com seu público, faça perguntas, responda questões e dê a sua opinião. Só não se esqueça de ouvir antes de começar a falar.

3. Regularidade nos posts
As mensagens constantes ajudam a consolidar sua presença e fazem o público entender sua marca. Você deve distribuir as mensagens durante as horas do dia e da noite. Para isso, ferramentas de agendamento de mensagens podem facilitar o trabalho.

4. Acompanhe os Trending Topics
Ficar de olho no que aparece na lista de assuntos mais comentados do Twitter vai trazer ideias de temas para sua empresa abordar. Se o assunto tiver afinidade com o seu negócio, você pode criar conteúdos relacionados e até ofertas exclusivas.

5. Teste, meça e adapte
Não existem regras fixas. Se sua estratégia não está dando a repercussão esperada, teste uma nova forma de fazer e veja o retorno. Não deu certo? Siga testando e adaptando.

Com informações da revista EXAME

quarta-feira, 28 de novembro de 2012




As duas coisas. É isso que exigem as vagas quando procuram por profissionais responsáveis pelas mídias sociais de uma empresa ou agência. Uma característica não elimina a outra. Não há como ter vocação sem saber explorá-las ao máximo, e não há como usá-las como oportunidade se não tiver vocação.

A questão não é discutir a formação desse profissional, que geralmente provém dos cursos de comunicação social: jornalismo, publicidade, relações públicas, marketing e afins. O grande tabu para os recrutadores é saber até que ponto o profissional está apto a exercer aquela função sendo apenas um usuário ativo das redes sociais, o que é muito comum entre os jovens e os novos profissionais do mercado.

Profissionais recém formados ou estagiários ativos nas mídias sociais têm sido uma estratégia eficaz (e de mão de obra barata) para atualização de contas das empresas que deveriam, inclusive, oferecer cursos aos interessados na área para que possam se profissionalizar e se tornarem seniores no assunto. Não é necessário um “dom” ou aptidão garantida no DNA desse profissional, entretanto, o profissional de mídias sociais é alguém com vocação para marketing e relacionamento. Não é vender sem saber se relacionar, nem se relacionar sem saber engajar.

As empresas precisam entender que são novas ferramentas, mas que o profissional precisa ser tão – se não mais – bem qualificado como um gerente de marketing. As marcas estão mais expostas, a reputação da empresa está mais “vendida” e o cuidado com a imagem cresceu sem limites. Mesmo que você não faça propaganda, os usuários estão fazendo por você ou estão queimando o seu filme nos canais.

Você faz o que você gosta?

Usar o Facebook para falar com os amigos, ser ativista em grupos sociais e líder de opinião não faz de você um social media. Se você trabalha com isso porque é bom em relacionamento apenas, está na hora de rever os seus conceitos.

O profissional de mídias sociais tem funções muito além do entretenimento nas redes sociais. Ele é quem lida com o lado “problemático” da coisa e, muitas vezes, é o responsável pelo gerenciamento de crises, monitoramento de comentários, engajamento de usuários, mapeamento de atores, mensurador de resultados, planejador de campanhas etc. Essas tarefas exigem experiência e um jogo de cintura que até mesmo um psicólogo social poderia resolver.

Reveja seus conceitos, veja se está pronto para os desafios e se você é bom em relacionamento e gerenciamento de crises. Não prometa ao seu chefe “bombar” no Facebook sem saber o que fazer se a estratégia der errado. Se tem vocação, profissionalize-se. Se ainda vê simplesmente como entretenimento, veja se está fazendo realmente o que você gosta.

Com informações de Cínthia DeMaria, colunista de blogmidia8