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sábado, 29 de junho de 2013

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A sede do Facebook em Menlo Park, na Califórnia, ganhou quatro hóspedes que se tornaram ilustres na empresa: uma família de raposas. A família, que inclui a mãe e seus três filhotes, vive dentro do campus da companhia, e ganharam uma página no Facebook alimentada pelas fotos tiradas pelos funcionários da empresa durante o expediente.


​A página FB Fox já tem mais de 50 mil curtir na rede social. A página foi criada em 23 de abril por uma funcionária da equipe de Marketing da rede social, Alexis Smith, e mostra os animais cirulando pela empresa e convivendo com os funcionários. "Todo mundo estava postando suas próprias fotos das raposas e eu queria um lugar onde pudéssemos compartilhar todas as fotos juntas e honrá-las", afirmou Alexis ao The Wall Street Journal.



O CEO da companhia, Mark Zuckerberg, é um dos fãs da página. Nesta sexta-feira, ele compartilhou uma foto das raposas. "As raposas do Facebook que vivem em nosso campus são bastante surpreendentes. Fico feliz que temos o nosso campus certificado como um habitat oficial da vida selvagem para que esses caras possam ficar por aqui", postou.

Com informações do Portal Terra

quinta-feira, 21 de março de 2013




Como eu te amo, meu Twitter!
Eis que a ciência aparece para explicar por que a gente gosta tanto de redes sociais. O pesquisador Paul J. Zak, professor da Claremont Graduate University (EUA), descobriu que uma simples troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” (ela estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança, e tem altas quando estamos apaixonados).

A cobaia foi o jornalista Adam Penenberg (que conta a experiência toda aqui). Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de passar 10 minutos batendo papo no Twitter. Nesse tempinho, seu nível de oxitocina subiu 13%. (Para se ter uma ideia, uma alta equivalente à observada em um noivo prestes a subir no altar.) E nem é só isso: seus níveis de cortisol e ACTH, hormônios ligados ao estresse, caíram 11% e 15%, respectivamente.

Isso leva a crer que o cérebro percebe o tempo que “perdemos” no Twitter e no Facebook, por exemplo, como se estivéssemos interagindo diretamente com pessoas queridas. E aí libera a oxitocina, que dá um pouquinho daquele “barato” que a gente sente quando se apaixona. Sem falar que, ao suavizar os hormônios do estresse, derruba também o risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames. Ou seja: tuitar é bom para o coração em todos os sentidos. Justamente a desculpa que você precisava para procrastinar sem culpa, né?

Com informações de Super Interessante

quarta-feira, 20 de março de 2013



É constante, para não dizer diária – quiçá de hora em hora, como aqueles avisos da Telesena -, a reclamação que ouço de colegas e amigos que trabalham em propaganda sobre a babaquização do mundo. As pessoas, segundo a opinião destes colegas e amigos, estão muito “caretas” hoje em dia. O consumidor “não sabe mais rir de uma piada”, virou um “chato”. Até porque, “porra, é só uma brincadeira”.


Não raramente a reclamação vem acompanhada de uma lista com os últimos comerciais questionados junto ao Conar e com a já célebre consideração de que “Os Trapalhões” e suas piadas sobre gays, negros, mulheres e nordestinos, nunca seriam produzidos hoje, quanto mais veiculados no domingo às 7 da noite.


Não sei se vocês já estão por dentro, mas tem um lance aí chamado internet, que parece que veio pra ficar. Com ela, a rede mundial de computadores, vieram e estão ficando os fóruns de discussão, as caixas de comentários e as páginas das empresas no Facebook, que usualmente recebem uma enxurrada de postagens quando alguma mensagem publicitária ou decisão mercadológica desagrada um determinado grupo ou ajuntamento de pessoas.


Se há algo que podemos aprender sobre o que vivemos nos últimos dez, quinze anos, a primeiríssima infância da internet, é que gente que não tinha voz agora tem. E antes que você pergunte: não, eu não freqüento o Fórum Social Mundial.


SIM, DÓI MUITO QUANDO OUVIMOS QUE O BABACA DA VEZ SOMOS NÓS

Continuando. Existe uma montanha de gente que acha patético uma mulher se matando de fazer regime no comercial só para aparecer gostosa para os homens. Existe uma porrada de gente, que acha uma babaquice, pra utilizar o mesmo termo, esse lance de fazer Kinder Ovo azul pra menino e Kinder Ovo rosa para menina. Um daqueles meus amigos ou colegas de profissão diria que isso é a ditadura do politicamente correto.


Bem, se você acha que mil reclamações sobre um comercial na página de uma empresa no Facebook é uma ditadura, do que você classificaria um comercial empurrando conceitos goela abaixo de 120, 130 milhões de brasileiros todo santo dia? Ou um programa de tevê em rede nacional reproduzindo a velha cartilha sexista de que meninos tem que brincar de carrinho e meninas tem que brincar de casinha? Ou uma multinacional torrando milhões de dólares para informar a você, que tem pelo no peito, que você é nojento?

MARCAS E EMPRESAS SE PREOCUPARÃO AINDA MAIS EM NÃO ERRAR, O QUE É DIAMETRALMENTE OPOSTO À VONTADE DE ACERTAR

O que nos leva a uma dedução simples: não é que o mundo embabacou. Agora as pessoas, todas elas, é que podem dizer quem ou o quê elas acham babaca. E, sim, dói muito quando ouvimos que o babaca da vez somos nós

- “Então o que você está querendo dizer, seu filho da puta…”

Filho da puta, não! Babaca.

- “Então o que você está falando, seu babaca, é que nós publicitários, não estamos preparados para receber críticas ao nosso trabalho; ainda não nos acostumamos com opiniões contrárias, um comportamento infantil que foi reforçado por décadas de ‘diálogo de mão única’ em que falávamos o que queríamos, sem dar ouvidos a ninguém; e que geralmente recorremos a desqualificação do outro para nos sentirmos confortáveis com nossos próprios conceitos e preconceitos?”

É…, é mais ou menos isso.

- “Então vai tomar no meio do seu cu, seu escroto!”

Calma, cara…

- “Calma é o caralho, porra!”

Pô, vamo conversar!

- “Que conversar o quê, seu babaquinha de merda!”

Acho que fui claro no meu ponto, não fui? Mas se por um lado não sabemos lidar com a opinião alheia – o que é ruim -, estamos sendo forçados a aprender a lidar – o que é muitissimamente bom. E em fase de aprendizado, os erros e equívocos são freqüentes. Nem todas as decisões do Conar são acertadas (na minha opinião, bem entendido), nem todos posts de reclamação no Facebook estão corretos (na minha opinião…).

Estamos aprendendo empiricamente, na base da porrada, do erro-e-acerto – mais erro do que acerto. E, sim, departamentos de marketing, que já não são sinônimo de coragem, criatividade e eficiência, se encapsularão ainda mais na covardia, no conservadorismo e na ineficiência.

Marcas e empresas se preocuparão ainda mais em não errar, o que é diametralmente oposto à se preocupar em acertar. Mas isso é uma charada que nós, redatores, diretores de arte, profissionais de mídia e planejamento, é que temos que resolver. O que há de claro e cristalino nessa bagunça toda é que, se existe algo errado, meus amigos e colegas, não é a opinião dos outros.



Via Brainstorm9

quinta-feira, 14 de março de 2013




O Facebook se prepara para incorporar 'hashtag', símbolo do Twitter, diz jornal.



Really!!!

Ferramenta ajuda a agrupar várias mensagens sobre um único assunto.'Hashtag' é ícone do Twitter, assim como o botão 'curtir' é do Facebook, informou o jornal “Wall Street Journal” nesta quinta-feira (14).Citando pessoas familiares ao assunto, o periódico afirma que a rede social está trabalhando para fazer a incorporação. O jornal informa ainda que não é claro em que estágio está a implantação nem quando poderá começar a ser utilizado pelos usuários.




No Twitter, o símbolo da "hashtag" ou jogo da velha (#) é usado para que os usuários possam encontrar temas facilmente. No anúncio do Papa Francisco, muitos usuários que comentavam o assunto usaram a hashtag "#HabemusPapam", o latim, “temos um papa”, para se referir ao novo pontífice.

Ao incorporar as hashtags, o Facebook pode facilitar a busca por conversas e pode criar tópicos mais comentados, como o Twitter já faz há alguns anos. De acordo com a reportagem, a medida poderia manter as pessoas mais tempo no Facebook e, desse modo, visualizar mais anúncios, principal fonte de renda da rede social. O Instagram, comprado pelo Facebook em 2012, usa hashtags em suas imagens.

Com informações de G1

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013



O Facebook deve lançar um novo app capaz de dizer aos seus usuários quais contatos estão próximos a ele. Segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, o novo app deve ser apresentado durante o mês de março.

A nova aplicação competiria com serviços como o Highlight, Banjo, Find my Friends e Foursquare. Por meio dele, o cliente receberia uma notificação sempre que um contato estive próximo a ele geograficamente.

Segundo a Bloomberg, a equipe de desenvolvimento do app está sendo coordenada pelo engenheiro Peter Deng, que deixou o Google em 2007. Além dele, o time incluiu membros da startup Glancee e do Gowalla, ambos comprados pelo Facebook em 2012.

O rumor é mais um indício da caminhada do Facebook em direção aos dispositivos móveis. Durante a apresentação de resultados trimestrais feita no último dia 30, o CEO Mark Zuckerberg afirmou que “hoje, sem duvida, o Facebook é uma empresa ‘mobile’”.

Atualmente, dos 1 056 bilhão de usuários da rede social, 680 milhões (64%) acessam o serviço a partir de smartphones e tablets.

Camera, Messenger e Poke são exemplos de outros aplicativos lançados pelo Facebook, além do Instagram, adquirido em abril de 2012.

De acordo com o balanço da empresa, nos últimos três meses de 2012, a publicidade inserida nos apps do Facebook gerou 305,9 milhões de dólares aos cofres da companhia – valor equivalente a 23% da publicidade total. Em maio de 2012, esse valor era zero.

Com informações de EXAME

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013




Para comemorar a marca dos 10 milhões de fãs no Facebook, o Guaraná Antarctica lançou uma lata especial e limitada.

A latinha azul já se encontra nos mercados e deve ser anunciada ainda hoje na fanpage da marca. São dez milhões de latas “camufladas” entre as clássicas verdinhas.

Criação da DM9DDB e aprovado com o próprio Facebook. Curtiu?

Com informações de Brainstorm9

ps.: Guaraná Antartica é uma das marcas mais influentes no facebook. Dados Exame 2012

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012




O Facebook criou uma ferramenta que irá enviar uma mensagem automática de Ano Novo para os amigos do usuário no primeiro minuto de 2013. A mensagem é criada pelo próprio usuário e será enviada para os amigos selecionados.

A ferramenta faz parte do Facebook Stories (clique aqui para acessar), seção da rede social onde usuários publicam depoimentos. Lá, quem quiser mandar uma mensagem para os amigos desejando um bom 2013 deve escrever o que deseja, selecionar os contatos pelo nome e clicar em enviar. A mensagem será enviada automaticamente no momento da virada do ano.
Ainda, é possível adicionar uma imagem à mensagem, selecionando-a diretamente dos álbuns do Facebook ou escolhendo uma foto armazenada no PC.

Com informações de G1

terça-feira, 18 de dezembro de 2012





A partir da segunda semana de 2013, o Instagram terá mudará as políticas de uso e privacidade, o aplicativo passa a ter direito comercial sobre as fotografias postadas pelos usuários, podendo inclusive vendê-las para terceiros sem que haja qualquer repasse de verba para os criadores das obras. É mole?

Isso significa que o Instagram poderá trabalhar como um banco de imagens (da mesma maneira que o iStock, por exemplo), mas sem precisar gastar dinheiro para a aquisição dos materiais vendidos. Não há qualquer confirmação de que algo assim acontecerá (a mas é uma possibilidade permitida pelos novos termos. O serviço terá direitos sobre qualquer imagem, inclusive as que mostram pessoas.

Quando os novos termos entrarem em vigor, terão sido completados três meses desde a efetivação da aquisição do Instagram pelo Facebook. Vale dizer que, pelo novo acordo, os usuários terão transferido os direitos de suas imagens perpetuamente. Isso significa que, mesmo deletando as contas no serviço, você terá as imagens cedidas a ele.

Como se livrar disso?
Infelizmente, só há uma única forma de evitar que os direitos de suas fotografias permaneçam em seu poder. Caso queira realmente manter a propriedade intelectual dos arquivos em sua posse, você precisa deletar as fotografias e encerrar a conta no Instagram antes do dia 16 de janeiro. A partir desse dia, o upload de uma nova fotografia significará concordância com os novos termos. O que você vai fazer?

Há informações de que as fotos privadas — daqueles usuários que não exibem suas imagens publicamente — não passarão pelo mesmo problema. Isso está nos termos do Instagram, mas de uma maneira ainda pouco clara, por isso não é possível confirmar que a prática é 100% funcional.

Fonte: CNET

E agora, José?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012



Fui postar uma foto do instagram via Twitter, voi lá! Não funcionou! O ícone estava desabilitado e por alguma razão misteriosa, não conseguia usar a versão mobile. O que será que aconteceu?

Lendo a exame, descobri que desde ontem, os usuários só poderão publicar links de fotos no Twitter, porém, para vê-las é necessário ir até o site do Instagram. É mole? O Instagram desabilitou os recursos que permitiam a exposição e, com o bloqueio, fotos feitas na rede e já compartilhadas no Twitter perdem a formatação, exibindo problemas de corte, ou seja, sabe aqueles seus tweets maravilhosos com fotos do almoço, saída com amigos e tudo mais que você postou com cópia pro twitter? Babou!

A decisão do Instagram visa privilegiar a nova interface da rede de imagens para internet, que oferece uma página de perfil com todas as fotos registradas pelo usuário.

O Instagram foi adquirido pelo Facebook em abril deste ano por 1 bilhão de dólares. Desde então, a rede social criada por Mark Zuckerberg trabalha para incorporar ferramentas do serviço, como os filtros, às suas galerias de fotos.

Com informações de UOL

segunda-feira, 19 de novembro de 2012




O Facebook lançou o aplicativo Social Jobs Partnership, que pretende conectar os usuários da rede com vagas de emprego de recrutadoras. Com isso, a empresa estreia um serviço para rivalizar com o LinkedIn e explorar uma área nova.

Feito em parceria com sites de recrutamento como Monster.com, BranchOut e Jobvite, a ferramenta tem como objetivo conectar "grandes trabalhos" com "grandes candidatos".

Para a estreia, o Facebook disponibilizou mais de 1,7 milhão de anúncios de empregos - a maior parte nos Estados Unidos.

O aplicativo é intuitivo e os usuários devem procurar um emprego pelo setor de atuação da empresa, palavra-chave e localização. Desta forma, é possível filtrar os resultados por cada um dos parceiros citados acima.

O serviço pode se tornar uma ameaça ao LinkedIn. Contudo, o site Mashable afirma que, para isso realmente acontecer, o Facebook deve fazer mais do que listagens de sites agregados.

Os investidores do LinkedIn, no entanto, já estão preocupados - as ações da empresa cairam imediatamente após o anúncio do Facebook.

Com informações de Você S/A

sexta-feira, 19 de outubro de 2012




O Facebook e o Instagram anunciaram nesta quinta-feira (6) que fecharam o acordo de compra do aplicativo para smartphones pela rede social anunciado em abril. Agora, as duas empresas anunciaram a parceria oficialmente.

O anúncio da compra em abril foi de US$ 1 bilhão mas, por conta da queda das ações do Facebook, que chegaram a US$ 17,73 na terça-feira (4), o valor da aquisição caiu para cerca de US$ 750 milhões. O Facebook não venderá ações pelos próximos 12 meses por conta da queda no valor dos papéis.

O Instagram publicou que, desde o lançamento do serviço em outubro 2010, mais de 5 bilhões de fotos foram compartilhadas pelo aplicativo. Em julho, a empresa anunciou que 1 bilhão de fotos tinham sido enviadas para as redes sociais pelo serviço.

Com informações da G1