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terça-feira, 3 de setembro de 2013

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Vamos ser sinceros: seu Instagram está repleto de fotos de sobremesas, bichinhos de estimação, pores do sol e asas de avião, não é mesmo? Por mais que todo mundo cometa esses clichês e ache que é um novo Cartier-Bresson, isso cansa e a gente acaba implorando por uma imagem diferente.

Para você que está nessa turma cansada de Valencia e Lo-fi, segue uma dica bem bacana: algumas mentes muito criativas decidiram usar seus perfis do Instagram para voltar a ser criança. Ou quase isso.
Confira quatro perfis da rede de fotografias que não usam pessoas (ou doces), mas sim bonecos e brinquedos para criar cenas incríveis e divertidas.
#infância #nostalgia #instatoys

1. I Love Playmo



O perfil da mineira Maria Misk Moisés é bem autoexplicativo, mas para quem não entendeu, a gente explica. A psicóloga usa bonequinhos de Playmobil de todos os tipos para criar cenas fofinhas e com cara vintage, bem ao gosto do Instagram.



Uma action figure do Homem-Aranha e muita imaginação transformam a conta do estudante de publicidade Amin Melo em um paraíso da nerdice. Melo cria cenários super divertidos que fazem referência ao universo Marvel e a outras sagas famosas da cultura pop.




Wellington Campos tem um boneco do xerife Woody, de Toy Story. Mas, em vez de deixar o brinquedo exposto dentro de uma caixa e preservar seu valor para o futuro, ele decidiu levar o herói de Toy Story para uma aventura. Ou várias. Confira as travessuras do caubói.



O usuário Santlov usa action figures dos mais diversos tipos para ironizar o excesso de fotos que os usuários do Instagram produzem. Nas suas imagens, podemos ver Buzz Lightyear tirando fotos de seus sapatos e muitas selfies (autorretratos) de diversos personagens.

Com informações da Superinteressante

segunda-feira, 29 de abril de 2013

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Edward Munch, Andy Warhol, Grant Wood, Johannes Vermeer, Edward Hopper, entre outros, viram as suas telas transformadas em peças de Lego pelo italiano Marco Pece. O brinquedo que atravessou gerações faz agora parte de construções que foram fotografadas e apresentadas em várias exposições em Itália.


O Lego chegou às Belas Artes pelas mãos de Marco Pece. O artista italiano de Turim reconstruiu cenas de telas famosas usando e adaptando peças de Lego. Apelando à nostalgia de várias gerações, o famoso brinquedo é usado pelo artista de 58 anos como forma de expressão para espelhar a obra de artistas que fizeram história ao longo dos séculos.


Pece usa uma composição própria das cenas, tendo em conta as personagens, os cenários e as cores no seu conjunto. Quando o seu trabalho de montagem está concluído, é altura de fotografar na posição correcta, usando a iluminação adequada. É que é a fotografia o resultado final que se mantém para a posteridade e que é apresentada em diversas exposições. Em Itália, as suas mostras individuais já passaram por Bergamo ("Monna LEGO"), La Spezia ("L'Ego - Construzioni") e Torino ("L'uomo e L'Ego").



Além das peças de Lego, Pece usa outros materiais como tecido, tintas e cordas. As telas que recria são escolhidas a dedo e pertencem a pintores famosos. O resultado final são as imagens que podemos ver.
De Edward Hopper, Pece escolheu "Nighthawks", uma obra emblemática do artista norte-americano, conhecido por retratar a vida americana moderna da primeira parte do século XX. Aqui, "Nighthawks" representa não só alguém que fica acordado até tarde, mas também a sua solidão e individualismo. Terminada em 1942, esta tela foi imediatamente vendida ao Art Institut of Chicago, onde ainda se encontra hoje.



"O Casal Arnolfini" do flamengo Jan van Eyck tranformou-se também numa obra em peças de Lego. Terminada em 1434, a tela representa o comerciante Giovanni Arnolfini e a sua esposa na sua residência de Bruges (Bélgica). Entre as várias teorias que existem acerca deste quadro, bastante inovador para a época, a predominante é a que afirma que se trata de uma cena do matrimónio secreto do casal. Segundo consta, o pintor flamengo foi um dos convidados secretos do evento e daí a inscrição em latim Johannes de Eyck fuit hic (Jan van Eyck esteve aqui) por cima do espelho que há entre o casal.



O pintor italiano Francesco Hayez e o seu "Beijo" (1859), hoje na Pinacoteca di Brera, em Milão, também foram escolhidos por Pece. Pintado no século XIX, esta foi uma das primeiras vezes em que o beijo aparece representado com tanto destaque nas Belas Artes do mundo ocidental.


Outras obras de artistas famosos foram também recriadas por Pece: Andy Warhol, Edward Munch, Grant Wood, Johannes Vermeer, Raffaello e Leonardo da Vinci são alguns deles. Veja o site do artista.


Fotografia: Marco Pece
Fonte: Obvious Magazine



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Boneco Lego com roupas e cabelo imitando a clássica foto de Che Guevara, 1960
“Classics in Lego” é sem dúvida uma série fotográfica de cativante. A principal razão disso é que ela combina dois elementos infalíveis da cultura pop: fotografias clássicas e Lego. Mas o trabalho não teria recebido tanto destaque se não fosse o talento de Mike Stimpson, o fotógrafo britânico por trás das câmeras. É ele quem constrói os cenários a partir do brinquedo-sensação, recriando imagens icônicas de personagens e momentos marcantes da história mundial.

Lego representando a viagem do homem à lua, 1969
Um dos aspectos mais legais do trabalho de Stimpson é que ele conta e mostra os bastidores de cada retrato. A recriação da fotografia “Almoço no Topo do Arranha-Céu”, por exemplo, foi registrada com uma Nikon D200, com a iluminação principal feita por um flash SB-28, a 1/64 de potência, e a luz de fundo produzida por um SB-24, a 1/16 de potência, com o auxílio de uma folha de papel branca para aumentar ainda mais a claridade.

Reconstrução da fotografia "Almoço no aranha-céu", de 1932
No Flickr, o álbum "Clássicos em Lego"‘, em tradução livre, já passa de 1,3 milhão de visualizações. As criativas adaptações também podem ser vistas no site de Stimpson e na página do fotógrafo do Facebook, onde ele conta com mais de seis mil assinantes.

Yoko Ono e John Lennon, protesto pela paz
Por causa do sucesso, o projeto já foi publicado em várias revistas dentro e fora do Reino Unido, além de ter sido divulgado pela rede de televisão britânica BBC. “Meu trabalho já recebeu destaque em revistas de todo o mundo, que abordam temas tão diversos como cultura política alemã ou negócios brasileiros”, orgulha-se o artista em sua página.

Apesar do reconhecimento na área, Stimpson, que é fã dos renomados fotógrafos Ansel Adams e Henri Cartier-Bresson, não se dedica em tempo integral à arte. Essa é uma ocupação noturna de Mike, que durante o dia é programador de computadores.

Com informações de Tech Tudo